AQUI: ESPASMOS D'ALMA


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"e quero a fome se deixares de comer, o negro se deixares de ver – preferir nada se deixar de te ter. no dia em que nos fomos nós, nem a voz conseguiu falar, nem a mão conseguiu apertar – e até os gatos se esqueceram de miar. no dia em que nos fomos nós, nunca mais se desprenderam os nós, nunca mais nos deixamos a sós – e fomos do nosso mar vendaval e foz."


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